Festival de besteira que assola a mídia

Agosto 29, 2008

Virou moda criticar pesquisas

Arquivado em: Uncategorized — Gilson Jorge @ 2:58 pm
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Parte da mídia baiana descobriu a pólvora na atual campanha eleitoral: as pesquisas são falíveis! A constatação veio depois que o Ibope atribuiu ao candidato Antonio Imbassahy, segundo colocado em todas as avaliações, um percentual de intenção de votos bem menor do que o aferido pelo Vox Populi, sob encomenda do jornal A TARDE.

Jornalistas de diferentes meios, sobretudo de A TARDE, relembram o fiasco da previsão da eleição de Paulo Souto ao governo do Estado, em 2006. Mas o que ninguém menciona é que na noite anterior ao dia da votação, um sábado, quando já não há praticamente jornalistas nas redações ( a edição de domingo é fechada antes das quatro da tarde), o Ibope publicou uma pesquisa no telejornal da TV Bahia dando o braço a torcer: o instituto apontava um empate técnico entre Wagner e Souto. Tarde demais para A TARDE, que horas antes havia liberado a impressão de centenas de milhares de jornais com a manchete assegurando a reeleição de Souto. Até aquele dia, o jornal acreditava piamente no Ibope.

Agosto 23, 2008

Mário Kértesz, que Mário?

Arquivado em: Uncategorized — Gilson Jorge @ 4:20 pm
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A edição de 22 de agosto do Jornal da Metrópole, publicado por Mário Kértesz, repercute a decisão de Antonio Imbassahy, candidato tucano à Prefeitura de Salvador, de entrar na justiça para impedir que seu nome seja mencionado pela Rádio Metrópole. As declarações colhidas de diferentes atores são preciosidades.

O prefeito João Henrique Carneiro, que conseguiu na Justiça o recolhimento do primeiro número da  Revista Metrópole, com pesadas críticas à sua pessoa, aparece arrependido de sua atitude e declara que Imbassahy errou ao copiar um equívoco seu. Imbassahy é contundente ao não-declarar ao jornal  porque fez agora o que criticou em João Henrique. E, finalmente, o jornal de Mário Kértesz pergunta a Imbassahy se a sua atitude não confirma as suas”raízes carlistas”. E de onde, afinal, saiu Mário Kértesz?

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